Sábado, 23 Junho 2018

Ruas do Tropical não têm placas de identificação e estão tomadas pelo mato

Publicado em Bairro a Bairro Segunda, 21 Maio 2018 15:53
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O Tropical é um bairro novo e ainda pouco habitado, mas os moradores da região já têm motivos para reclamar. Além de nem todas as vias contarem com placas de identificação, muitas estão sendo tomadas pelo mato. Em uma delas, que termina na rua Adília da Silva Lima, só é possível ver o calçamento onde os carros passam, porque esses acabam matando a vegetação.

 

Outro problema que permanece na região, desde a última visita da equipe do S’PASSO BAIRRO A BAIRRO, é o descarte de lixo em lotes baldios, principalmente o de entulho de construções. Nesta semana, a reportagem também flagrou pneus e manequins de sapatos, jogados às margens de uma das vias.

 

Queimadas

 

Não é preciso circular muito pelo bairro para se deparar com terrenos queimados. Vários pontos foram incendiados. O que chamou mais atenção foi um lote entre duas residências na rua Maria F. Parreiras. Na edição da semana passada o JORNAL S’PASSO já havia alertado sobre o problema no Alaíta, que fica ao lado, e as consequências para o meio ambiente e para a saúde das pessoas.

 

O Tropical já possui um histórico de grandes prejuízos causados por queimadas em terrenos baldios. Em 2017, no mês de agosto, o fogo colocado em um lote atingiu duas empresas. Uma distribuidora teve cerca de dois mil pallets e o muro destruídos. E, em uma fábrica de plásticos foram danificadas a torre de geração energia e a caixa de água. Para acabar com as chamas foram necessários 25 mil litros de água e aproximadamente três horas de trabalho.

 

Os incêndios em lotes e em reservas florestais já fazem parte do calendário de Itaúna. Com a chegada do outono, o clima seco deixa a vegetação mais suscetível às queimadas. No entanto, em grande parte dos casos, o fogo é iniciado propositalmente, pela ação de pessoas que preferem lançar mão desse artifício que pagar pela realização de capina ou então, para queima de entulho depositado irregularmente em muitos locais, até mesmo em imóveis públicos.

 

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a temporada de queimadas normalmente tinha início entre o final de maio e início de junho. Porém, este ano, começou mais cedo em Itaúna, ainda no mês de abril. O órgão alerta ainda que o hábito de limpar terrenos ou até mesmo folhas caídas nos quintais ateando fogo é um problema sério, uma vez que não é possível manter o controle absoluto do incêndio.

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