Comunidade volta a cobrar melhorias na infraestrutura e manutenção das áreas de lazer

A população do Morada Nova reivindica, já há alguns anos, mais atenção do poder público ao bairro. Esta semana, a reportagem percorreu o bairro e ouviu relatos de moradores sobre os problemas enfrentados no dia a dia. Entre os principais pedidos da comunidade estão melhorias na infraestrutura, manutenção das áreas de lazer e convivência, além de aumento da segurança.

A precariedade das vias públicas na região é evidente. Na avenida Manoel da Custódia, perto da Policlínica Doutor Ovídio Nogueira Machado, há muitos buracos. A mesma situação pode ser observada na rua Carlos José de Abreu Diniz, uma das principais, onde verdadeiras “crateras” tomam conta do espaço reservado ao tráfego de veículos.

 

 

Construção de calçada

Moradores da região cobram a construção de um passeio nas imediações da quadra. Entrevistados afirmaram que precisam transitar na rua para chegar ao ponto de ônibus. A medida apontada pela população reduziria os riscos de acidentes no trecho, pelo qual transitam muitas crianças e adolescentes.

A quadra, um dos poucos espaços de lazer e convivência para a comunidade, foi alvo de vândalos. Portões arrombados e pilastras de concreto quebradas fazem parte do cenário encontrado atualmente. As reclamações são de que a área tem sido usada como abrigo por usuários de drogas. A insegurança fez muitas pessoas deixarem de frequentar o local.

Vandalismo

Um espaço amplo, que poderia ser bem utilizado pela população, o Parque Ecológico Geração do Futuro foi ocupado por vândalos e usuários de drogas, além de servir, conforme relatos, como ponto de prostituição. Os quiosques e banheiros estão danificados, alguns elementos totalmente destruídos.

 Falta de segurança

O aumento do policiamento é uma das principais cobranças da população. Moradores disseram à reportagem que o tráfico e o grande número de usuários de drogas na região deixam a comunidade com medo. Comerciantes enfrentam grandes desafios para a manutenção dos estabelecimentos, devido aos arrombamentos e assaltos frequentes.

 

 

 

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