Estudante itaunense fatura Prêmio Jovem Cientista

Rafaella Rêda ganha destaque na categoria “Ensino Superior”, com trabalho sobre dispositivo para comunicação pelo toque, voltado aos surdocegos

Rafaella Santos Rêda garantiu a segunda posição da categoria “Ensino Superior”, do 29º Prêmio Jovem Cientista. Natural de Itaúna, a estudante de Design apresentou trabalho sobre dispositivo de comunicação para surdocegos, através da emissão e recepção de sinais sensíveis ao toque. A pesquisa foi desenvolvida na Universidade do Estado de Minas Gerais – Uemg -, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG – e destacou o instrumento projetado para favorecer a inclusão dos portadores da surdocegueira. A deficiência múltipla sensorial pode acometer as pessoas em diferentes fases da vida, com graus e causas distintas.

O resultado do Prêmio Jovem Cientista foi anunciado na terça-feira, 30, em Brasília. Entre os agraciados, pesquisadores e instituições de ensino de Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Pará, São Paulo, Bahia, Ceará e Amazonas, além de Minas Gerais, abordaram o tema “Inovações para Conservação da Natureza e Transformação Social”. Criada em 1981, a iniciativa reconhece, valoriza e incentiva estudos que buscam soluções para os desafios do país.

A realização é do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq/ Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, junto da Fundação Roberto Marinho e Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e Banco do Brasil, e com apoio Embaixada do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte no Brasil. Foram recebidas mais de 1,5 mil inscrições.

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