Sábado, 20 Janeiro 2018

Prefeitura pleiteia cerca de R$ 12 milhões junto à União para solucionar alagamentos na “Prainha”

Publicado em Cidade Quarta, 25 Outubro 2017 13:47
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A proximidade do período chuvoso aumenta a preocupação com a possibilidade de alagamentos na avenida Jove Soares. Em praticamente todos os anos, a chegada das chuvas gera prejuízos para moradores e comerciantes da região, já que uma série de fatores contribui para as inundações. Há décadas, é evidente a necessidade de intervenções para aumentar o escoamento da água, evitando os problemas recorrentes. 

A situação motivou a atual administração a pleitear, junto ao governo federal, financiamento para a realização das obras. E, agora, Itaúna já está pré-selecionada para empréstimo de aproximadamente R$ 12 milhões, para quitação em 20 anos, por meio do programa “Avançar”, do Ministério das Cidades. A Caixa Econômica Federal, que é a responsável pela liberação dos recursos, já comunicou à Prefeitura que a União disponibilizou carta-consulta, para averiguação, em uma primeira etapa, da viabilidade financeira, que apura, principalmente, a capacidade de endividamento do Município. Em outra fase, a instituição avalia as questões técnicas. 

Os estudos para o projeto foram feitos por comissão formada por servidores do Serviço Autônomo de Água e Esgoto –Saae –, e das secretarias municipais de Infraestrutura e Regulação Urbana. O trabalho incluiu vistorias técnicas ao longo do canal que segue ao longo da “Prainha”, para detecção conjunta dos problemas existentes na galeria e que contribuem para as enchentes na área. Também foram feitos levantamentos para a construção de uma vala paralela. 

Os profissionais envolvidos detectaram  vários pontos de estreitamento, além de tubulações, vigas, e um banco de areia, na saída do canal, esse, com origem nos assoreamentos no rio São João, que reduzem o fluxo normal da água. Hoje, a capacidade de vazão é insuficiente, apesar de obras realizadas no passado. Também contribui para o rápido acúmulo de água a condição de a avenida estar localizada numa baixada, área plana cercada por elevações, onde atualmente há cerca de dez bairros. A grande quantidade de construções diminui a absorção dos recursos hídricos, assim como o asfalto que impermeabiliza o solo e aumenta o fluxo e a velocidade com que o volume pluviométrico chega à avenida.

 

 

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