Quarta, 15 Agosto 2018

Polícia Civil prende em Itaúna grupo acusado de aplicar golpe do bilhete premiado na região

Publicado em Policial Segunda, 29 Junho 2015 12:38
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Investigações realizadas pela Polícia Civil de Minas Gerais, em parceria com a Delegacia Seccional de Itaúna levaram à prisão nesta terça-feira, 23, de um grupo acusado da prática de estelionato em todo o Centro-Oeste. Durante a ação, executada pelos delegados Weslley Amaral de Castro e Diego Almeida, foram detidos dois homens e uma mulher, que, conforme apurado, aplicavam o famoso golpe do bilhete premiado na região. 

 “A mulher abordava a vítima, dizia ser analfabeta e, em seguida, tentava vender a cartela, momento em que um dos comparsas se aproximava e para verificar se o cupom era verdadeiro. Ele confirmava a autenticidade e se oferecia para ser sócio na compra, induzindo ao saque bancário. O terceiro envolvido é apontado como o mentor do crime e ficava responsável por dirigir o veículo e pela movimentação financeira”, explicou  Weslley. 

 Dias antes de serem flagrados na cidade, na quinta-feira, 18, os criminosos conseguiram lesar uma idosa em Divinópolis em mais de R$ 30 mil. Ela relatou que a acusada esteve na casa dela e até se prontificou a fazer almoço.  Lídia Aparecida de Almeida, de 47 anos, e Francisco Rafael Feitosa, 28, são do interior do Paraná. Já Eduardo Ramos Gomes, cuja idade não foi revelada, veio de São Paulo. Segundo informações da Polícia Civil, depois do último golpe eles vieram para a cidade e se hospedaram em um hotel na Praça Doutor Augusto Gonçalves, a cerca de 200 metros da Delegacia e onde foram surpreendidos.  

Os policiais apreenderam R$ 32 mil em dinheiro, um cordão e três pulseiras de ouro, veículo Astra, dentre outros materiais.  Ainda de acordo com o delegado Weslley há indícios de que eles agiram em Formiga, Bom Sucesso e Passos. Os bandidos devem responder por associação criminosa, estelionato, além de lavagem de capitais, por causa da ocultação do dinheiro e envolvimento de outras pessoas na atividade ilegal, os conhecidos “laranjas”.    O trio já se organizava para outro delito com o qual esperavam arrecadar cerca de R$ 70 mil reais, também em Divinópolis. 

 

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