Terça, 17 Julho 2018

O governo do Estado, a Companhia Energética de Minas Gerais – Cemig – e a Fundação Educação Artística – FEA - promovem a segunda edição do projeto “Música sem Barreiras”. O programa foi idealizado para circulação de produções e é constituído de workshops para estudantes com os mais diferentes perfis, além de apresentações abertas ao público em geral.

 

Itaúna foi contemplada com a iniciativa, que tem na organização o produtor cultural e ex-diretor do Departamento de Cultura, Charles Telles. No dia 23 de junho, no Teatro Sílvio de Mattos, haverá uma capacitação às 15h. E, às 19h, um concerto pelos professores e alunos bolsistas da FEA. Mais informações pelo telefone 3243-6425.

Entidade assistencial é uma das mais antigas da cidade e mantém trabalho voltado às crianças a adultos

A “Casa Nossa” talvez seja a entidade assistencial mais antiga de Itaúna. A instituição, mantida pela Fundação de Proteção à Maternidade e à Infância, atendeu diferentes públicos desde a criação, em 1938, com diversos nomes e endereços. E contribuiu para que inúmeras pessoas tivessem uma vida melhor e com mais oportunidades.

 

A organização nasceu da vontade de um grupo de senhoras em ajudar mães que precisavam de apoio. O grupo doou, inclusive, um terreno para a sede, onde funciona hoje o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS -, na rua Dr. José Gonçalves, e que, posteriormente, foi trocado pelo imóvel ocupado pela “Casa Nossa” atualmente, na rua Josias Machado, 391, também na área central.

 

A instituição já forneceu alimentos, roupas e muitos outros materiais para bebês, crianças e adolescentes. Com o passar dos anos, os voluntários da entidade vivenciaram várias situações. Houve época em que só era possível distribuir leite, o que fez com que a casa ficasse mais conhecida como “lactário”, enquanto em outro período, eram doadas cesta de alimentos para as famílias em situação de vulnerabilidade social.

 

Em meados de 1983, a Pastoral da Paróquia Sant'Ana pediu a fundação mantenedora para também utilizar o espaço físico, visando promover atendimento aos meninos e meninas, oferecendo a eles alguma atividade. Após autorização do Ministério Público, foi iniciado o trabalho no local, mas com outro Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas – CNPJ –, sem ligação com a Fundação de Proteção à Maternidade e à Infância.

 

No ano 2000, a entidade passou por uma grande mudança. Atendendo à determinação da Justiça, adaptou toda a estrutura para receber, exclusivamente, menores infratores. Depois disso, houve ainda um tempo em que o imóvel da instituição ficou fechado e outro em que foi alugado para um time de futebol. Apesar de todos os percalços ao longo do caminho, a “Casa Nossa” se manteve ativa e com uma equipe de voluntários dispostos a doar parte do tempo para manter essa grande obra viva e ajudando as pessoas. Hoje, a organização mantém as portas abertas para todos, crianças e adultos, independentemente de classe social.

 

No espaço mantido pela instituição são oferecidos cursos de cabeleireiro, laboratório de informática e aulas de balé. A entidade ainda faz questão de fornecer lanche para a meninada. Além de propiciar o aprendizado de técnicas, com foco, principalmente, na inserção ao mercado de trabalho, a “Casa Nossa” ainda rompe com as barreiras sociais, viabilizando uma interação maior entre pessoas de realidades distintas.

 

A organização sobrevive, principalmente, das doações da comunidade, recursos arrecadados em eventos beneficentes, repasses da Prefeitura e do Fundo Municipal da Infância e Adolescência – FMIA -, mediante aprovação de projetos. Os empresários Thiago Sat e Nelson Eustáquio Dias Júnior são dois dos colaboradores.

 

Quem quiser conhecer um pouco mais do trabalho e da história da “Casa Nossa”, e contribuir com os projetos desenvolvidos, pode entrar em contato pelo telefone 3241-0619

 

As entidades integrantes do Centro de Desenvolvimento Econômico e Socioambiental de Itaúna – CDE - declararam apoio ao movimento promovido pelos caminhoneiros autônomos e empresas de transporte de cargas. O Sindicato do Comércio Varejista – Sindicomércio, Câmara de Dirigentes Lojistas – CDL, a Associação Comercial e Empresarial – ACE -, Sicoob Centro-Oeste, Sindicato Intermunicipal das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Itaúna – Sindimei – e a Associação dos Contabilistas de Itaúna – Aconita - enviaram nota à imprensa, dizendo acreditar no objetivo da manifestação apartidária. As instituições reforçaram a importância da manutenção do direito de ir e vir das pessoas, a passagem dos veículos de passeio e a conscientização quanto à liberação de itens perecíveis, medicamentos, ambulâncias e do Corpo de Bombeiros.

 

“Sabemos, como empresários, o quanto a carga tributária no Brasil é pesada e complicada, dificultando o desenvolvimento do ambiente de negócios. Quem custeia são os empreendedores, mas quem paga a conta são os trabalhadores, que perdem em emprego e renda, devido aos altos custos dos impostos que atingem produtos e serviços comuns do dia a dia. Precisamos nos unir para cobrar do governo as condições para que empregadores e empregados possam trabalhar em condições favoráveis para promover o desenvolvimento do nosso país”, expuseram as entidades.

Sem estoque, Samu negocia as alternativas para manter ambulâncias; Prefeitura contribui com mil litros de combustível

 

Caminhoneiros iniciaram na segunda-feira, 21, uma paralisação em todo o país, em rodovias federais e estaduais, com adesão de pelo menos 24 estados. A categoria quer a redução do valor do óleo diesel, que tem tido altas consecutivas nas refinarias. Um dos principais problemas causados pelos bloqueios nas estradas é o desabastecimento de produtos em diversos setores, inclusive nos postos de combustíveis, já que os caminhões são hoje o principal meio de transporte de cargas do Brasil. Em meio ao caos instaurado, a Petrobras anunciou uma medida paliativa, enquanto busca o consenso com os manifestantes.

 

 

Ao invés de concretizar o reajuste do diesel em 0,97% na terça-feira, 22, como havia divulgado, a estatal diminuiu em 10%, o equivalente a R$ 0,2335 por litro, na quinta-feira, 24. Porém, isso será mantido apenas pelo período de 15 dias, como forma de trégua com os caminhoneiros, até que ambas as partes cheguem a uma decisão. Após este prazo, a companhia afirmou em nota divulgada na página oficial, que retomará gradualmente a política de preços aprovada e divulgada em 30 de junho do ano passado.

 

 

Após uma reunião de mais de seis horas com representantes de entidades de caminhoneiros, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Carlos Marun (Secretaria de Governo), Eduardo Guardia (Fazenda) e Valter Casimiro (Transportes) anunciaram ainda na noite de quinta-feira, 24, a proposta do governo federal de um acordo para a suspensão da greve. Os representantes de entidades representativas da classe, que ficaram até o final da conversa, com exceção de um, se comprometeram a apresentar os termos propostos aos grevistas. O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos - CNTA, Diumar Bueno, disse acreditar no encerramento do movimento a partir desta sexta-feira, 25. No entanto, até o fechamento da edição do JORNAL S´PASSO, na noite de ontem, a paralisação persistia.

 

 

Apoio da população Alguns empresários de Itaúna chegaram a destinar dinheiro para a compra de mantimentos para os manifestantes na MG-050 e na BR-262. Os alimentos foram preparados por voluntários em Juatuba e Mateus Leme. Nas duas cidades, houve mobilização até da comunidade católica, com o pedido de doações de alimentos, água, cobertores e agasalhos da Paróquia de Santo Antônio aos fiéis, para os caminhoneiros. Vídeos mostrando a iniciativa da comunidade e o apoio ao movimento viralizaram nas redes sociais.

 

Samu em estado de alerta

 

 

Nesta sexta-feira, 25, o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Ampliada Oeste – CIS-URG – informou que em consequência da greve dos caminhoneiros, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – Samu – se encontra em estado de alerta. De acordo com a diretoria, as ambulâncias possuíam combustível para rodar apenas até ontem.

 

 

Por meio do secretário-executivo, José Márcio Zanardi, a instituição disse ainda que busca alternativas para o abastecimento dos veículos, junto aos municípios e governo do Estado. A proposta é de que emprestem o produto, se houver disponibilidade, uma vez que já não existem mais estoques nos postos credenciados pelo CIS- -URG e em outros nas localidades consorciadas. De acordo com o vice-prefeito e secretário municipal de Infraestrutura, Fernando Franco, Itaúna se comprometeu a contribuir com mil litros de diesel para evitar a desassistência.

 

Com a medida de contenção, as ocorrências de código verde passaram a ser atendidas pelo Corpo de Bombeiros, deixando o Samu disponível para as classificações em vermelho e amarelo. O Consórcio ressaltou que a população pode continuar ligando para o 192, em casos de urgência e emergência, para que os médicos reguladores orientem os solicitantes e, dependendo do caso, despachem os socorristas.

 

 

O Samu conta hoje com uma frota composta por 31 ambulâncias rodando na região e mais quatro reservas, usadas para substituição, se necessário. Os veículos consomem por mês cerca de 15 mil litros de combustível e rodam em média 100 mil quilômetros.

 

 

Impactos nos postos

 

O primeiro impacto da greve dos caminhoneiros na cidade foi nos postos de combustíveis. Com medo do desabastecimento, os motoristas lotaram os estabelecimentos, formando grandes filas. Para evitar abusos, a agência do Procon de Itaúna notificou todas as empresas do segmento na quinta-feira, 24, com uma Carta de Recomendações, após questionamentos sobre o aumento dos preços dos produtos comercializados, reflexo da manifestação.

 

O órgão alertou os comerciantes sobre a proibição da majoração dos itens sem justificativa, prevista no Código de Defesa do Consumidor, e também a respeito das penalidades. De acordo com o Procon, caso sejam constatadas irregularidades, o posto pode ser interditado e ter o estoque apreendido, além da aplicação de multa de até R$ 500 mil. A prática abusiva nas relações de consumo, em especial no caso do aumento injustificado dos preços, pode ainda ser considerada crime, punido com detenção de dois a dez anos, dependendo de cada situação.

 

Reflexos nos supermercados

 

Na quarta-feira, 23, supermercados de grande porte começaram a ficar sem alguns produtos. Faltaram principalmente alimentos perecíveis, como frutas e verduras. Nas bancas e prateleiras foram colocados informativos, explicando aos clientes que a falta dos itens era decorrente da paralisação dos caminhoneiros.

 

Menos ônibus nas ruas e rodovias

 

Também na quarta-feira, 23, a Autotrans, empresa responsável pelo transporte coletivo em Itaúna, emitiu comunicado, informando a redução dos serviços, para garantir que não haja paralisação completa, por falta de combustível. E, nesta sexta-feira, 25, a Viação Itaúna suspendeu os horários de quatro linhas para Belo Horizonte.

 

Suspensão de aulas

 

A Secretaria de Estado de Educação suspendeu as aulas nesta sexta-feira, 25. As vans que levam estudantes para Divinópolis, também interromperam o serviço por falta de combustível. A Universidade do Estado de Minas Gerais – Uemg – emitiu comunicado, informando o cancelamento das atividades de ontem e hoje, 26, mantendo em funcionamento apenas os setores administrativos, mas em sistema de revezamento de funcionários.

 

Atrasos nas entregas dos Correios

 

Com os caminhões dos Correios retidos nas rodovias, a empresa está conseguindo entregar apenas encomendas domésticas. Produtos e boletos, como de cartões de crédito, por exemplo, que costumam vir do Rio de Janeiro ou São Paulo, vão chegar atrasados para os clientes.

 

Adiamento de eventos

 

Algumas festas que estavam agendadas para este fim de semana acabaram adiadas pelos organizadores. Caso da “Joe Rock Brasil”, promovida pelo Iate e que seria neste sábado, 26. Em comunicado publicado nas redes sociais, o clube informou que achou melhor optar por remarcar o evento para outra data, visando a segurança e bem-estar do público.

DE VOLTA

Segunda, 21 Maio 2018 16:44

No último sábado, velhos integrantes do Zulu, realizaram uma linda festa no Sítio do Medeirinhos, para o lançamento do bloco do Zulu 2019, que virá com tudo para a avenida. Foi um momento de a festa entre grandes carnavalescos de nossa cidade

LANÇAMENTO

Segunda, 21 Maio 2018 16:43

No próximo dia 22, será lançada, na Fiemg em Divinópolis, a nova edição da revista Xeque Mate, durante um café com prosa e atitude que contará com palestras de Valéria Oliveira e Caritas Almeida. Nesta edição o nosso conteúdo social na revista ganha duas páginas de Itaúna, imperdível!

CULTURA DE BUTECO

Segunda, 21 Maio 2018 16:42

O Festival Gastronômico Cultura de Buteco está com tudo. No último final de semana, foi inusitada a participação do Restaurante Paturi, do Condomínio Lago do Sol que apresentou para concorrer uma linguiça embriagada, receita que fez sucesso entre os jurados. Uma das presenças marcantes no evento foi do querido Jacizinho Nogueira e da competente advogada, Stael Lorena de Freitas.

GENTE QUE BRILHA EM NOSSA TERRA

Segunda, 21 Maio 2018 16:40

Cássia Corradi Penido faz um trabalho pioneiro em Igarapé, há 27 anos, nas áreas educativa, social e cultural como voluntária numa instituição. Esse trabalho lhe trouxe reconhecimento e o título de Cidadã Honorária da cidade. A itaunense considera que o mais importante é o ganho pessoal que todo esse trabalho de voluntariado rende para a sua vida e que essa é a importância maior da sua iniciativa. Parabéns para a Cássia que é gente que brilha em nossa terra e fora dela também!

VIDA NOVA

Segunda, 21 Maio 2018 16:37

O primeiro filho do casal Júnia Braz de Mattos e José Flávio Nogueira Andrade, nasceu na última semana, como destacamos em primeira mão.

O lindo bebê se chama José Henrique e é a alegria da linda família.

Banco Central diz que instituições financeiras não são obrigadas a ter equipamentos abastecidos

 

 

Na terça-feira, 15, vários clientes da Caixa Econômica Federal ficaram sem conseguir sacar dinheiro no autoatendimento. Durante toda a manhã os caixas eletrônicos, que deveriam facilitar a prestação dos serviços bancários, indicaram não haver cédulas para as retiradas, fazendo com que os correntistas tivessem que se deslocar para uma casa lotérica ou fossem embora sem conseguir o objetivo. Por volta das 07h30 havia apenas um equipamento com funcionamento integral.

 

 

O descaso dos estabelecimentos bancários de Itaúna com os clientes já foi alvo de várias reclamações também na Câmara Municipal, principalmente em relação ao atendimento interno.

 

 

O coordenador-geral da unidade do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor - Procon - de Itaúna, Erick de Carvalho Machado, fez contato com o Banco Central para averiguar a existência de norma nesse sentido, sendo informado que a disponibilização dos terminais é considerada como um “acessório”, ou seja, não há obrigação de manter os caixas abastecidos.

 

 

Ainda de acordo com Erick, o Procon local buscou informações com o Banco Central, após receber queixas de clientes do Mercantil. A instituição não fornece o autoatendimento por meio dos caixas eletrônicos nos finais de semana, fechando o acesso aos equipamentos na sexta-feira.

 

 

Proposta de lei federal

 

 

Em novembro do ano passado, foi proposto na Câmara dos Deputados Federais um projeto de lei que obrigasse os bancos a manterem os caixas eletrônicos abastecidos de dinheiro, principalmente nos fins de semana. A proposta foi rejeitada na Comissão de Defesa do Consumidor, mas teve aprovação unânime na Comissão de Finanças e Tributação.

 

 

De acordo com o texto, nos caixas eletrônicos deveria haver sempre a quantidade suficiente de cédulas para o atendimento dos clientes, inclusive nos fins de semana. Os terminais teriam que ser abastecidos de acordo com a média de saque mensal e os bancos que descumprissem a medida estariam sujeitos às penalidades da Lei da Reforma Bancária, que inclui advertência, multa e cassação da autorização de funcionamento.

 

 

O relator da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado Ricardo Izar, do PP paulista, rejeitou a proposta sob o argumento de que o texto fere o princípio da livre iniciativa e não leva em consideração o índice de assaltos nas agências nos fins de semana.

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