Sábado, 20 Janeiro 2018

 

Utilizando a Participação Popular, durante a reunião da Câmara Municipal, o ex-vereador Geraldino de Sousa Filho, o popular “Mirinho”, reivindicou aos parlamentares a realização de um amplo debate envolvendo a aprovação donovo Plano Diretor. O documento propõe diretrizes que norteiam os agentes públicos e privados sobre as estratégias para o desenvolvimento da cidade, buscando assegurar os direitos fundamentais, a sustentabilidade e o atendimento pleno às demandas da população em relação ao crescimento urbano. Recentemente, foi realizada audiência pública e um dos pontos mais controversos diz respeito à implantação de empreendimentos no entorno da barragem do Benfica, principal reservatório de água da cidade. “Quem fala em nome do povo são os vereadores. O projeto vai chegar nesta Casa e é preciso haver uma ampla discussão. É necessário conciliar os interesses dos empreendedores com os da população, garantindo um Plano Diretor eficaz. O Meio Ambiente precisa ser preservado e nossos mananciais também”, convocou. O presidente da Câmara, Márcio Gonçalves “Hakuna” garantiu que essa é a proposta da Casa. 

Marcinho voltou a falar sobre a hipótese de contratação de consultoria para auxiliar os parlamentares na análise da matéria. A intenção de pagar uma assessoria havia sido sinalizada durante a audiência pública em que foi apresentado o Plano Diretor. “Vamos avaliar muito bem. Todos os pontos serão abordados e criaremos mecanismos de um crescimento sustentável”, comentou. 

 

 

O presidente do Conselho Municipal de Saúde, Antônio Mariano, mais conhecido como “Mussum”, acionou a Comissão de Ética do Legislativo contra a vereadora Márcia Cristina. A justificativa para o ato foi a requisição, feita pela parlamentar, do áudio das duas últimas reuniões do órgão dirigido por ele.  A leitura do requerimento, em plenário, durante a sessão ordinária do Legislativo, na terça-feira, dia 21, desagradou Márcia. 

“Não há nada no regimento interno do Conselho Municipal que me impeça de solicitar as gravações. Vou a todas as reuniões e, por compromissos, não pude comparecer aos dois últimos encontros. Solicitei os áudios para acompanhar os trabalhos do Conselho”, alegou.

 

 

 

Uma viagem feita pela ex-chefe de Gabinete da Prefeitura, Íris Léia Rodrigues da Cruz, à Espanha, durante o segundo mandato de Eugênio Pinto, em 2011, e, conforme denúncia ajuizada pelo Ministério Público, custeada pelo Município, culminou em mais uma condenação para a dupla. Íris Léia e o ex-prefeito foram sentenciados à perda dos direitos políticos por oito anos e ressarcir o erário. A decisão, em primeira instância, foi expedida pela juíza Solange Maria de Oliveira Lima, no último dia 16. 

De acordo com o despacho, Eugênio e Íris deverão restituir os cofres públicos, solidariamente, em R$ 7.126,87, corrigidos pela tabela da Corregedoria Geral da Justiça, desde o recebimento indevido, e acrescido de juros de mora a partir da citação. Ela ainda foi condenada a pagar duas vezes o montante do aumento patrimonial, com as correções. Os dois estão ainda proibidos de contratar com o poder público, receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, por uma década. À época, a justificativa da ida da então chefe de Gabinete à Europa foi a realização de um curso. 

O ex-chefe do Executivo e a ex-servidora municipal são acusados de mau uso do dinheiro público e corrupção administrativa. A condenação foi baseada em um inquérito civil público que a Promotoria do Patrimônio instaurou para apurar as ações ou omissões deles, que, no entendimento do órgão, violaram a legalidade. 

 

 

 

 

 

O diretor geral do Serviço Autônomo de Água e Esgoto – Saae –, Samuel Nunes, solicitou a abertura de sindicância para apurar em que circunstância foi realizada uma ligação irregular para fornecimento de recursos hídricos aos imóveis localizados no loteamento Recanto dos Colibris, região também conhecida como Mamonal, próximo ao bairro Vitória.

De acordo com o gestor, a instalação, feita em meados de 2016, atende aproximadamente 86 residências, por meio de um hidrômetro central. No entanto, nenhuma delas paga pelo consumo. 

“Não existe qualquer requerimento, não há nada formalizado no nome de ninguém. Ou seja, nenhuma das casas pediu o serviço. A menos que a comissão prove o contrário, houve um erro. Já acionamos a comunidade, conversamos com a Associação dos Moradores do Recanto dos Colibris e notificamos que eles têm até fevereiro de 2018 para que resolvam a situação. Demos um prazo de 120 dias para que busquem a regularização dos terrenos junto à Prefeitura, para colocação dos hidrômetros”, explicou Samuel Nunes. 

O gasto com água no povoado já chegou ao montante de R$ 190 mil, conforme dados apresentados pelo Saae. O valor deveria ser dividido entre população, porém, na ausência de um titular, a menos que haja algum recurso legal, não é possível realizar a cobrança. Ainda de acordo com o diretor-geral da autarquia, o consumo é de R$ 12 mil por mês. 

Samuel Nunes disse à reportagem do JORNAL S’PASSO, que apesar de os débitos não terem sido quitados, o fornecimento não pode ser cortado de imediato, devido à sanção da lei n.º 13.465, de 11 de julho de 2017, que institui, no território nacional, normas gerais e procedimentos aplicáveis à Regularização Fundiária Urbana - Reurb. “Não suspendemos o abastecimento por se tratar de uma necessidade básica. Estamos trabalhando com base na legislação, com prudência. Por isso preferimos estabelecer um prazo para que quem esteja irregular tenha a possibilidade de solucionar”, explicou o gestor.  

 

 

 

 

 

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – Fiemg – divulgou, nesta semana, estudo sobre os efeitos da violência nas empresas do estado. A pesquisa apontou que quatro a cada dez empresas foram alvos de roubo, furto ou algum ato de vandalismo em 2016. O crescimento da violência diminui os investimentos nas atividades, ao mesmo tempo em que amplia as despesas com segurança, conforme apurado. E esses gastos acabam repassados ao consumidor final. 

A Fiemg ouviu 202 empreendedores e 37% dos entrevistados relataram que sofreram os reflexos do aumento da criminalidade em seus negócios no ano passado. Os grandes empresários foram  os mais atingidos com a ação dos bandidos, com 41% dos casos. Entre os médios, o número cai para 27%. Dos pequenos, 38% tiveram prejuízos. 

De forma geral, a violência representou o equivalente a 0,2% do faturamento da indústria no estado, em 2016. Em todo o Brasil, o índice chegou a 0,19%, o que representa R$ 5,8 bilhões. Em Minas, o montante não foi quantificado. Além dos danos provocados diretamente, os crimes fazem com que os custos com segurança privada e seguros respondam, em média, por 0,35% e 0,38% do faturamento em Minas Gerais, respectivamente. Proprietário de uma fábrica de artigos de couro em Itaúna, Pedro Parreiras gasta quase R$ 50 mil por ano só com vigilantes. “Essa despesa está pesando sim. Estou pensando em mudar para segurança eletrônica para tentar reduzir, mas não sei se terei o mesmo efeito”, afirma. 

 

 

 

Moradores de um prédio na rua Santo Agostinho, no bairro das Graças, acionaram a Polícia Militar na noite de domingo, 12, após uma festa em um dos apartamentos. Conforme a denúncia, nos corredores do edifício havia resíduos de pó químico de extintores, que haviam sumido. 

No apartamento onde foi realizada a comemoração, militares conversaram com um jovem de 24 anos, que alegou morar com outros dois estudantes e permitiu a realização de buscas. Os policiais encontraram duas porções de maconha e dois tabletes da mesma droga, além de três pés de cannabis, dois comprimidos de êxtase e um dos equipamentos de segurança que estava desaparecido. O  rapaz foi preso.

 

 

Um homem de 53 anos foi preso na quinta-feira, 09, com 50 pedras de crack no bairro Universitário. A Polícia Militar flagrou o indivíduo durante patrulhamento pela rua Virgílio Corradi. O suspeito estava em um matagal, portava R$ 86 em dinheiro e confessou que comercializava  drogas no local. 

No mesmo dia, a PM já havia apreendido um adolescente de 16 anos, durante operação na rua Joaquim Soares Nogueira, no Parque Jardim Santanense. Os militares informaram que avistaram três pessoas, que ao perceberem a aproximação da viatura policial, fugiram da abordagem. Um deles era o menor, alcançado e contido. Ele confirmou o envolvimento com o tráfico de entorpecentes. Perto do rapaz, foram encontradas 40 pedras de crack, embaladas separadamente para a venda. 

 

 

A Polícia Militar encontrou em Itaúna duas motocicletas furtadas em Carmo do Cajuru, na noite de domingo, 12. A corporação recebeu informações de que os ladrões fugiram em direção ao município e começou a realizar levantamentos e diligências. Durante a ação da PM, foi localizado um adolescente de 17 anos, no bairro Itaunense, sendo confirmada por ele a autoria do furto de um dos veículos. 

De acordo com o boletim de ocorrência, populares que estavam no local da abordagem disseram ter visto uma pessoa fugindo por um matagal, no momento da ação. As duas motocicletas foram recuperadas, sendo o menor apreendido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil. 

 

 

 

Um homem de 37 anos foi preso pela Polícia Militar, na noite de quinta-feira, 09, sob a acusação de tentativa de furto uma propriedade rural, nas proximidades da Barragem do Benfica. No local da ação, militares encontraram um cadeado arrombado e dentro do curral, três bezerros estavam amarrados juntos, prontos para serem levados. 

O proprietário dos animais passou para a PM as características do veículo usado pelo suspeito, localizado no bairro de Lourdes. No carro, havia marreta, facão, duas facas, corrente e várias sacolas plásticas.  

 

 

 

Uma distribuidora de explosivos foi assaltada na madrugada de domingo, 12, na região de Três Barras, zona rural do município. De acordo com informações da Polícia Militar, quatro homens armados com pistolas e espingardas calibre 12 invadiram chegaram ao local em dois carros e invadiram a empresa. A quadrilha rendeu e amarrou os vigias. Em seguida, os criminosos roubaram a carga de quatro caminhões. Os bandidos ainda arrombaram um cofre, do qual retiraram um colete balístico, e danificaram a central de armazenamento das imagens do circuito interno de câmeras. Até o fechamento desta edição não havia pistas do bando. 

 

 

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